Festival Emersivo encerrou a segunda edição em Loulé
Produzido pela Epopeia Records, o festival reuniu 16 projetos artísticos e mais de 200 espectadores, entre 9 e 11 de outubro, numa programação que cruzou música e poesia em diferentes espaços da cidade.
O Festival Emersivo passou por Loulé nos dias 9, 10 e 11 de outubro, concluindo o percurso da sua segunda edição. Depois das paragens no Louro, em Vila Nova de Famalicão, e na Herdade do Rocim, no Alentejo, o encontro levou a criação emergente ao Palácio Gama Lobo, à Casa da Cultura de Loulé, aos Banhos Islâmicos e ao Bafo de Baco.
Ao longo dos três dias, a programação reuniu Alex D’Alva, Bilrus, Flangelus, Joaquim Rosa, MANILA, Marc Noah, Motel Plaza, Patrícia Duarte, Pedro Peres, Rita Onofre, RT-FACT, Saída de Emergência, Trinchax e Trio Trio, a par das propostas poéticas “Mulheres que Escreveram e Não Li” e “Palavras de António Aleixo”.
Distribuídos por cinco palcos, esta passagem por Loulé somou cerca de 12 horas de espetáculo e contou com o trabalho de 17 técnicos e voluntários. Mais de 200 espectadores acompanharam uma programação que convidou à descoberta de projetos e à circulação entre os espaços culturais da cidade.
Criado em 2025 pela associação A Tal Emersa, o Emersivo tem na itinerância uma forma de aproximar artistas, públicos e territórios. Em Loulé, esse propósito traduziu-se num percurso entre diferentes propostas musicais e poéticas, dando continuidade ao trabalho de divulgação da criação emergente que esteve na origem do festival.
Organizada pela A Tal Emersa e produzida pela Epopeia Records, esta paragem contou com o apoio da CCDR Algarve e do Município de Loulé, e teve como parceiros a ACRAL, o Bafo de Baco e a Casa da Cultura de Loulé. Uma rede de colaboração que permitiu concretizar os três dias de programação e levar o festival a diferentes espaços da cidade.